
A simbologia e seus ensinamentos vistos na primeira instrução resumem a moral maçônica e o labor no desbaste da P:.B:. que deve haver por parte do A:.M:.
Todavia, o painel da loja de A:.M:. e sua simbologia só pode ser revelada, ou ainda, incitada àquele que já foi iniciado, não nos parecendo lícito a ele desvelar com suas jóias e paramentos. Passo a algumas singelas considerações sobre a primeira instrução. Entendo que a simbologia inicialmente demonstrada é, antes de tudo, uma reflexão a perpétua aprendizagem, aprendizagem esta voltada para o mistério que se encerra na própria vida. Trabalha o A:.M:. em sua P:.B:. talhando-a, corrigindo imperfeições através de princípios e virtudes. Há todo um convite simbólico e ao mesmo tempo real para que ocorra um descobrir-se através do trabalho.
A teoria simbólica dos elementos apresentados é um convite ao estudo e a prática de virtudes, as quais não podem ficar represas; antes, devem ser um elemento na construção de uma sociedade mais justa e perfeita.
Novos conhecimentos são adquiridos, novos horizontes. As virtudes deixam de ser simples palavras para se tornarem, creio, materializadas. A Moral não é apenas uma necessidade, antes: é um processo de evolução do homem e por fim, da sociedade. A matéria prima é a pedra que existe em nossos corações, de nosso íntimo áspero, com seus vícios e imperfeições.
Creio que a repetição destes estudos faça com que se crie no Maçom uma internalização das virtudes, com as quais ele passará a conviver e a ser um disseminador. Há todo um processo de elevação, também simbolizado pela Escada de Jacob, elemento que aliás entendo requer uma profunda reflexão.
Ora, de que adianta saber que em si há uma pedra em estado bruto, viciada, se não pode ser tocada, trabalhada, transformada em uma devida P:.P:., base do verdadeiro templo que podemos compreender ser o A:.M:., a Loja ou mesmo do templo do G:.A:.D:.U:.? As alegorias constantes na Loja nos são uma lembrança e o procedimento que nos levam a construção do templo interior. Este deve ser o trabalho incessante do Maçom, instado por todos os elementos simbólicos da Loja a se tornar justo e perfeito, para que brilhe como uma verdadeira jóia.
Todavia, o painel da loja de A:.M:. e sua simbologia só pode ser revelada, ou ainda, incitada àquele que já foi iniciado, não nos parecendo lícito a ele desvelar com suas jóias e paramentos. Passo a algumas singelas considerações sobre a primeira instrução. Entendo que a simbologia inicialmente demonstrada é, antes de tudo, uma reflexão a perpétua aprendizagem, aprendizagem esta voltada para o mistério que se encerra na própria vida. Trabalha o A:.M:. em sua P:.B:. talhando-a, corrigindo imperfeições através de princípios e virtudes. Há todo um convite simbólico e ao mesmo tempo real para que ocorra um descobrir-se através do trabalho.
A teoria simbólica dos elementos apresentados é um convite ao estudo e a prática de virtudes, as quais não podem ficar represas; antes, devem ser um elemento na construção de uma sociedade mais justa e perfeita.
Novos conhecimentos são adquiridos, novos horizontes. As virtudes deixam de ser simples palavras para se tornarem, creio, materializadas. A Moral não é apenas uma necessidade, antes: é um processo de evolução do homem e por fim, da sociedade. A matéria prima é a pedra que existe em nossos corações, de nosso íntimo áspero, com seus vícios e imperfeições.
Creio que a repetição destes estudos faça com que se crie no Maçom uma internalização das virtudes, com as quais ele passará a conviver e a ser um disseminador. Há todo um processo de elevação, também simbolizado pela Escada de Jacob, elemento que aliás entendo requer uma profunda reflexão.
Ora, de que adianta saber que em si há uma pedra em estado bruto, viciada, se não pode ser tocada, trabalhada, transformada em uma devida P:.P:., base do verdadeiro templo que podemos compreender ser o A:.M:., a Loja ou mesmo do templo do G:.A:.D:.U:.? As alegorias constantes na Loja nos são uma lembrança e o procedimento que nos levam a construção do templo interior. Este deve ser o trabalho incessante do Maçom, instado por todos os elementos simbólicos da Loja a se tornar justo e perfeito, para que brilhe como uma verdadeira jóia.
*Trabalho enviado pelo Irm:. André Cunha, A:. M:. da Loj:. Simb:. Palmares do Sul 213, RS.
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